Luto pela minha verdade, pura e crua como sempre foi. Não sei se é certa ou errada, mas é a MINHA verdade e é a única que conheço.
Vivo por ela e me expresso através dela. Ela que me dá forças, me faz levantar a cabeça e seguir em frente, ingerindo as verdades alheias e escarrando-as como se nunca tivessem existido. Afinal, a minha verdade é a única que conheço num semi-inteiro.
Não me importa! Digam o que quiserem o que puderem. Calar-me-ei em meu silêncio e nada irá mudar, não perderei meu tempo discutindo com a parede ou dando socos em ponta de faca. Plantar em terra infértil não faz sentido algum.
Esse mundo cético me dá um certo nojo.
O que mais me irrita é que muitas vezes sou envenenada com esse ceticismo burro e acabo duvidando de mim mesma, do que acredito.
Preferem não crer em nada, juntar tudo com uma única negação sem ao menos dar uma explicação plausível. Crer em nada, ou crer na crença do nada.
O que mais me irrita é que muitas vezes sou envenenada com esse ceticismo burro e acabo duvidando de mim mesma, do que acredito.
Preferem não crer em nada, juntar tudo com uma única negação sem ao menos dar uma explicação plausível. Crer em nada, ou crer na crença do nada.
Um comentário:
Agora sim, auto-explicativo. Tá, antíteses cabíveis.
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